Celular, outdoor, sinal de trânsito, rádio do carro, cachorro latindo lá na casa da esquina, ônibus lotado, colega de trabalho na mesa ao lado. Já fez o exercício de parar por 1 minuto e observar a quantidade de informações, anúncios e notificações concorrendo pela sua atenção? É interessante observar que, no final das contas, o que tem feito a diferença em meio a essa inundação de conteúdos que atingem em cheio nosso dia a dia, são as coisas disruptivas. Sim, essa palavrinha chique, diferente e cada vez mais usada para detalhar ideias e ações que fogem do comum, que saem do tradicional, que te levam a outro nível de experiência e entendimento. E o interessante é que fugir do espaço concorrido da tela do celular e do computador, tem sido uma estratégia cada vez mais eficiente para obter bons resultados com as pessoas. As chamadas mídias exteriores, que focam na humanização, na experiência real do dia a dia, tem ganhado cada vez mais a tão querida e almejada atenção. Nesse cenário onde muitos sons, imagens e experiências bailam (nem sempre em harmonia), quem é você no bailão da disputa por atenção?
Quem é você no bailão da disputa por atenção?

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